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quarta-feira, 7 de julho de 2010

A Candeia Viva

Fonte Viva
Autor: Francisco Cândido Xavier pelo espírito de Emmanuel
Sinopse:Um dos livros de meditação, produzidos pelo admirável Espírito Emmanuel. São comentários de trechos do Evangelho, Atos e Epístolas dos Apóstolos, em páginas de consolação, orientação e luzes da Espiritualidade Superior. Aberto ao acaso, nos instantes de dúvida ou aflição, parece conter a resposta e a consolação acertadas aos que pedem inspiração aos Benfeitores Espirituais. É um livro de cabeceira, pleno de beleza e saber.

"Ninguém acende a candeia e a coloca debaixo do módio, mas no velador, e assim alumia a todos os que estão na casa". Jesus.   (Mateus 5:15)

"Muitos aprendizes interpretaram semelhantes palavras do Mestre como apelo à pregação sistemática, e desvairam-se através de veemente discursos em toda parte. Outros admitiram que o Senhor lhes impunha a obrigação de violentar os vizinhos, através de propaganda compulsória da crença, segundo o ponto de vista que lhes é particular.

Em verdade o sermão edificante e o auxilio fraterno são indispensáveis na extensão dos benéficios divinos da fé.

Sem a palavra, é quase impossível a distribuição do conhecimento. Sem o amparo irmão, a fraternidade não se concretizará no mundo.

A assertiva de Jesus, todavia, atinge mais além.

Atentemos para o símbolo da candeia. A claridade na lâmpada consome força ou combustível.

Sem o sacrifício da energia ou do óleo não há luz.

Para nós, aquí, o material de manuntenção é a possibilidade, o recurso, a vida.

Nossa existência é a candeia viva.

É um erro lamentável despender nossas forças, sem proveito para ninguém, sob a medida de nosso egoísmo, de nossa vaidade ou de nossa limitação pessoal.

Coloquemos nossas possibilidades ao dispor dos semelhantes.

Ninguém deve amealhar as vantagens da experiência somente para si. Cada espírito provisoriamente encarnado, no círculo humano, goza de imensas prerrogativas, quanto à difusão do bem, se persevera na observância do Amor Universal.

Prega, pois, as revelações do Alto, fazendo-as mais formosas e brilhantes em teus lábios; insta com parentes e amigos para que aceitem as verdades imperecíveis; mas, não olvides que a candeia viva da iluminação espiritual é a perfeita imagem de ti mesmo.

Transforma as tua energias em bondade e compreenção redentoras para toda gente, gastando, para isso, o óleo de tua boa vontade, na renúncia e no sacrifício, e a tua vida, em Cristo, passará realmente a brilhar."
_____________________________________________

É necessário utilizarmos os métodos naturais como a fala, a visão e principalmente, a fraternidade e a caridade pura para a divulgação da Palavra de Deus.

O combustível que gera a luz da "candeia" é a nossa própria existência e devemos estar sempre disponíveis para ajudar nossos semelhantes, sendo a imagem de nós mesmos.

Se pudermos utilizar este combustível com boa vontade, renúncia e sacrifício, nossa vida em Cristo brilhará mais forte do que nunca.

Mel

terça-feira, 18 de maio de 2010

A Missão do Brasil


Tendo por referência os livros A Caminho da Luz, de Emmanuel, e Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, ambos psicografados por Francisco Cândido Xavier, Richard fala dos compromissos espirituais do povo brasileiro. Fundamentais as considerações aqui apresentadas para entendimento da preocupante conjuntura social da atualidade, bem como dos desafios para concretização de um projeto da Espiritualidade Maior em favor de uma sociedade brasileira feliz e ajustada.

Richard Simonetti 
Contato: novaesperanca@ceac.org.br


Uma enorme honra para mim poder participar deste lindo trabalho feito por Simonetti, especialmente sabendo que todo o lucro obtido com a venda será revertido em favor da Creche Nova Esperança.
Para adquirir seu DVD, entre em contato diretamente com o e-mail acima ou através do site.


Beijo enorme no coração e muita PAZ
Mel

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Ternura Maternal


De Richard Simonetti
CEAC Editora

Sinopse:
"
A pouca familiaridade com o assunto, faz as pessoas temerem os Espíritos, sem atentarem à sua própria condição de seres espirituais encarnados.
Tratando da origem e destinação dos Espíritos, com os temas que lhes são decorrentes, o autor contribui para a superação desse atávico temor.
Fiel à orientação contida em “O Livro dos Espíritos”, discorre sobre os objetivos da jornada da jornada humana, ressaltando as oportunidades de edificação que ela oferece.
"

... Após o casamento a inexperiente dona-de-casa terá em sua mãezinha uma carinhosa instrutora, orientando-a na organização do lar, nos cuidados da casa... 

Quando vier o primeiro filho ela será presença benfazeja, socorrendo-a em sua insegurança diante do pequenino indefeso, num estágio de total dependência.

- Ah! Se não fosse a mamãe! - suspira - eu estaria perdida!
Assim será sempre. Aquele anjo tutelar achará tempo e disposição para estar a seu lado nos momentos difíceis, nos problemas do dia-a-dia...

Chegará o tempo amargo em que, pela ordem natural, a genitora partirá para a Espiritualidade. Mas ficará o vínculo indelével. A filha valorizará, mais do que nunca, aquela presença amiga, aquela dedicação extremada, de que nem sempre se dera conta.

E quando soar a sua hora, quem gostaria de ver? Com quem gostaria de contar? Que presença lhe infundiria maior segurança? 
A mãezinha, sem dúvida.

Esta a realidade consoladora desvelada pela Doutrina Espírita e demonstrada na psicografia de Chico Xavier: mães que recebem seus filhos. ...

... É pelo mesmo Chico que o Espírito Carlos Dias Fernandes nos fala dessa consoladora presença, em "Ternura Maternal", poesia contida no livro "Antologia dos Imortais", da Federação Espírita Brasileira:
I

As paredes da casa em vão procuro,
Quero dizer adeus e não consigo...
Vejo apenas o vulto amargo e amigo
Da morte que me estende o manto escuro.

Choro a estirar-me, trêmulo e inseguro,
O leito ensaia a pedra do jazigo...
Padeço, clamo, indago a sós comigo,
Qual pássaro que tomba contra um muro.

A névoa espessa enreda o corpo langue,
É o terrível crepúsculo de sangue
Que me tinge de sombra os olhos baços;
Mas surge alguém, no caos que me entontece,

É minha mãe, que alonga as mãos em prece,
Doce estrela brilhando nos meus braços!...

II
Ave que torna, em chaga, ao brando ninho,
Ouço divina música na sala.
É a sua voz que me embala,
Motes do lar que tornam de mansinho.

Ergo-me agora... O corpo é o pelourinho
De que me desvencilho por beijá-la...
"Mãe! Minha Mãe!..." - suspiro, erguendo a fala,
A soluçar de júbilo e carinho.

- "Dorme, filho querido! Dorme e sonha!..."
Nossa velha canção tenra e risonha
Regressa com beleza indefinida...

Tomo-lhe os braços em que me acrisolo
E durmo novamente no seu colo
Para acordar no berço de outra vida.


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Deixo aqui este trecho lindo como minha carinhosa homenagem a todas as mãezinhas (encarnadas e desencarnadas) pelo Dia das Mães que se aproxima!
Te amo, mãezinha, e para sempre vou te amar!
Mel